Senador Guiomard-Acre-Brasil

31/05/09

Encontro Pedagógico - Brigadeiro e Santo Izidoro


Aconteceu terça-feira(26), na Escola Brigadeiro Eduardo Gomes o encontro pedagógico entre as Escolas Santo Izidoro e Brigadeiro Eduardo Gomes. O encontro aconteceu com o intuito de aperfeiçoamento da prática pedagógica entre os professores das duas escolas participantes.
Dentre os diversos assuntos discutidos no encontro, o que gerou maior discussão foi o Contrato Didático, onde nós professores vimos de fato como deve ser elaborado um contrato didático, que juntamente com os alunos surtirá um resultado maior no processo de ensino-aprendizagem.
Encontro dessa natureza deverão acontecer durante todo o ano para aperfeiçoar ainda mais os conhecimentos dos professores, acrescentou as gestoras das duas escolas, Cláudia e Terezinha.
O encontro foi ministrado pelos competentes profissionais Silvana Maia, Messias Ramos e Reginalda Rodrigues, que souberam conduzir o encontro de forma brilhante.

30/05/09

Ser Professor

Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz

pelo que aprendeu com você e pelo que ele lhe
ensinou...

Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...

Ser professor é encontrar pelo corredor com cada
aluno,
olhar para ele sorrindo, e se possível, chamando-o
pelo nome para que ele se sinta especial...

Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...

Ser professor é envolver-se com seus alunos
nos mínimos detalhes, vislumbrando quem está
mais alegre ou mais triste, quem cortou os cabelos,
quem passou a usar óculos, quem está preocupado
ou tranquilo demais, dando-lhe a atenção necessária...



Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.


Ser professor é equilibrar-se entre três turnos de
trabalho e tentar manter o humor e a competência para
que o último turno não fique prejudicado...


Ser professor é ser um "administrador da curiosidade"
de seus alunos, é ser parceiro, é ser um igual na hora

de ser igual, e ser um líder na hora de ser líder,
é saber achar graça das menores coisas e entender
que ensinar e aprender são movimentos de
uma mesma canção: a canção da vida...


Ser professor é acompanhar as lutas do seu tempo
pelo salário mais digno, por melhores condições de
trabalho,
por melhores ambientes fisicos, sem misturar e
confundir jamais
essas lutas com o respeito e com o fazer junto ao
aluno.
Perder a excelência e o orgulho, jamais!


Ser professor é saber estar disponível aos colegas
e ter um espírito de cooperação e de equipe na troca
enriquecedora de saberes e sentimentos,
sem perder a própria identidade.


Ser professor é ser um escolhido que vai fazer
"levedar a massa"
para que esta cresça e se avolume em direção
a um mundo mais fraterno e mais justo.


Ser professor é ser companheiro do aluno, "comer
do mesmo pão", onde o que vale é saciar a fome
de ambos, numa dimensão de partilha..


Ser professor é ter a capacidade de "sair de cena,
sem sair do espetáculo".
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés...



Autor - Elivan da Silva Dias

28/05/09

Quem és tu?

Ainda ontem pensava que não era

Ainda ontem pensava que não era

mais do que um fragmento trémulo sem ritmo

na esfera da vida.

Hoje sei que sou eu a esfera,

e a vida inteira em fragmentos rítmicos move-se em mim.

Eles dizem-me no seu despertar:

" Tu e o mundo em que vives não passais de um grão de areia

sobre a margem infinita

de um mar infinito."

E no meu sonho eu respondo-lhes:

"Eu sou o mar infinito,

e todos os mundos não passam de grãos de areia

sobre a minha margem."

Só uma vez fiquei mudo.

Foi quando um homem me perguntou:

"Quem és tu?"



Kahlil Gibran






Autor - Camille Russo - PEEM

Quase um terço dos Professores não tem faculdade ou atua em área diferente

Censo aponta que há 1,9 milhão de professores de educação básica.
600 mil não são formados ou ensinam matérias fora de sua área.




O Ministério da Educação (MEC) identificou 600 mil professores em exercício na rede pública que não têm graduação ou trabalham em áreas diferentes das suas licenciaturas. Esse número representa quase 32% dos 1,9 milhão de docentes no país. O quadro é mais crítico nos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª séries ou 6º ao 9º anos), em que 26,6% não têm habilitação legal.



Na tentativa de adequar essa situação, o governo federal lançará nesta quinta-feira (28) o plano nacional de formação de professores de educação. Conforme o G1 adiantou, o programa envolve uma série de medidas , como a oferta de vagas em universidades federais e estaduais de cursos de pedagogia e licenciatura de acordo com a necessidade identificada em planos elaborados em parceria com os estados.



Confira as vagas que serão oferecidas pelas universidades no Plano Nacional de Formação de Professores



"Nossa meta é que até 2014 todos os professores no país tenham a formação adequada", afirma o ministro Fernando Haddad, que fará o lançamento com o presidente Lula. "A formação de professores e o ensino médio são os nós históricos da educação. Essas medidas, assim como a mudança no Enem, colocam essas questões nos trilhos."



Segundo ele, a continuidade do plano, mesmo após o fim do atual mandato, está garantida por conta do Orçamento. "Se o Orçamento médio por ano atual, de R$ 41 bilhões, fora o salário-educação, for mantido, não haverá nenhum problema", disse.


Das 27 unidades da federação, 21 participarão do plano. Serão oferecidas 332 mil vagas nesses estados _uma parte dos cursos terá início no segundo semestre deste ano e a outra parte com ingresso em 2010 e 2011. Uma parte dos cursos será presencial e a outra, à distância, pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) . Mais de 90 universidades federais ou estaduais fazem parte do plano. Interessados deverão se inscrever por meio de um sistema informatizado que está sendo criado ainda pelo MEC. A previsão é que o período de inscrição comece a partir do final de junho.



Os recursos para a implantação do plano virão da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que recebeu um recurso adicional de R$ 1 bilhão.


“As outras unidades, que são Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Rondônia, Acre e Distrito Federal poderão aderir ao plano posteriormente, sem qualquer prejuízo”, diz o ministro.


A formação abrange três perfis: professores sem graduação (primeira licenciatura); professores já formados que dão aula em área diferente (segunda licenciatura); e bacharéis que atuam como professores, mas não têm licenciatura.
“A intenção do plano é valorizar a carreira do magistério e, ao mesmo tempo, garantir o direito de formação para todos os professores”, avalia Haddad.





Outras mudanças

O MEC propõe alterar o programa Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Alunos de licenciatura poderão financiar 100% das mensalidades do curso e pagar as parcelas atuando na rede pública. A cada mês de trabalho, 1% da sua dívida será abatida.


Os cursos novos de pedagogia também serão alvo do plano. Para obter autorização para funcionar, precisarão ter 70% de sua carga horária (teórica e prática) voltada para a formação de professores.


O ministério pretende ainda mudar a exigência para dar aula nos anos iniciais do ensino fundamental: em vez de ensino médio com habilitação para o magistério passará a ser obrigatório ter curso superior com licenciatura. O projeto de lei precisará ser aprovado pelo Congresso.



No país, 13,1% dos professores têm formação inadequada: 0,8% tem apenas o ensino fundamental; 5,5% só o ensino médio e 6,8% têm nível superior, mas não têm licenciatura. Neste último caso, são docentes que dão aula para alunos do ensino médio. Para lecionar para turmas até a 4ª série, é preciso ter feito, no mínimo, o magistério.
Fonte: Globo.com

27/05/09

Confira fotos dos dez melhores da OBA 2009


Kémila Ponce - 1º.Lugar com a média 6,90 - 7ª. série "B"

Jhenifer - 2º. Lugar com a média 6,75 - 8ª. série "B"

Wenderson - 3º. Lugar com a média 6,70 - 7ª. série "C"

Alexandre Holanda - 4º. Lugar com a média 5,65 - 6ª. série "B"

Rayline - 5º.Lugar com a média 5,55 - 8ª. série "B"

Emerson - 6º. Lugar com a média 5,45 - 8ª. série "B"

Márcio José -7º. Lugar com a média 5,40 - 8ª. série "C"

Rai Silva - 8º. Lugar com a média 5,25 - 8ª. série "C"

Aldemir de Lima - 9º. Lugar com a média 50 - 7ª. "B"

Dávila - 10º. Lugar com a média 50 - 6ª série "D"

Os três melhores alunos da Escola Brigadeiro na OBA


Da esquerda para a direita, temos os três primeiros colocados da Olimpíada Brasileira de Astronomia, que aconteceu dia 15 de maio na Escola Brigadeiro Eduardo Gomes. São eles: Kémila Ponce de Sousa, Jhenifer da Silva Ribeiro e Wenderson Silva Barbosa. Parabéns!

Os dez melhores da OBA 2009

24/05/09

Os 10 melhores da OBA 2009

Mais de 190 alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Brigadeiro Eduardo Gomes, participaram no dia 15 de maio, da XII Olimpíada Brasileira de Astronomia - OBA. Dos alunos participantes, confira abaixo os dez melhores alunos da OBA 2009, que terão suas provas enviadas à Universidade Federal do Rio de Janeiro, para os organizadores nacionais da Olimpíada. Segundo a Gestora da Escola, Professora Cláudia, todos os alunos estão de parabéns, mas estou muito feliz por esses dez alunos que obtiveram as melhores notas, pois comprova que estudaram para esta Olimpíada e que só faz comprovar que o ensino desta instituição só vem alavancando a cada ano, conclui. Já para o Professor representante da OBA Eudiran Carneiro junto à Escola Brigadeiro, os alunos classificados com as dez melhores notas comprova que o ensino municipal de Senador Guiomard vem a cada dia melhorando, como ficou comprovado com as mais de 190 notas dos alunos participantes da Olimpíada.
Confira abaixo o nome dos dez melhores alunos da OBA 2009, por ordem de classificação:

1º. Lugar - Kemila Ponce de Sousa - 690 - 7ª."B"
2º. Lugar - Jhenifer da Silva Ribeiro - 675 - 8ª."B"
3º. Lugar - Wenderson Silva Barbosa - 670 - 7ª."C"
4º. Lugar - Alexandre Costa Holanda - 565 - 6ª."D"
5º. Lugar - Rayline da Silva Macedo - 555 - 8ª."B"
6º. Lugar - Emerson José Rodrigues de Souza - 545 - 8ª."C"
7º. Lugar - Márcio José de Oliveira Soares - 540 - 8ª."B"
8º. Lugar - Rai Silva de Paula - 520 - 8ª."C"
9º. Lugar - Aldemir de Lima Gheno - 500 - 7ª."A"
10º Lugar - Davila Pinheiro da Silva - 500 - 6ª."D"

Durante a semana publicaremos a foto de cada um dos dez melhores alunos da OBA 2009.

Parabéns a todos...Eudiran Carneiro, Professor representante da OBA 2009

"Poema Acreano - Mário de Andrade em carta para Câmara Cascudo"

"Como eu vivo e vibro de ânsia brasileira! Veja si me compreende este pequenino poema Acreano em que disse apenas que senti derrepente e que é indescritível,(...) porque um desses momentos de angustia amorosa sublime em que é tão forte a corrente de comoção, tão ansiados os sentimentos, tão contraditórios, tão interpostos e simultâneos. (...) É melhor dizer simplesmente com que for como a gente compreenderá o dizer:


Abancado à escrivaninha em São Paulo
Na minha casa da rua Lopes Chaves
De supetão senti uma friagem por dentro
Fiquei tremendo muito comovido.
Com o livro palerma olhando pra mim.

Não vê que me lembrei que lá no Norte,
meu Deus !,
muito longe de mim,
na escuridão ativa da noite que caiu
Um homem alado, negro de cabelo
nos olhos.
Depois de fazer uma pele com a
borracha do dia
Faz pouco se deitou , está dormindo.
Esse homem é brasileiro que nem eu."

(Carta a Luís da Câmara Cascudo, 26/06/1925. In: ANDRADE, Mário: Cartas de Mário de Andrade a Luís da Câmara Cascudo. Belo Horizonte/Rio de Janeiro, Villa Rica, 1991, p. 36.)


Autor - Antonio Castro

Bahuan descobre que Raj teve filho fora do casamento


Desde que Raj se casou com Maya, Bahuan quer se vingar do filho de Opash. O dalit está sempre procurando maneiras de provocar Raj e já até conseguiu humilhá-lo em duas ocasiões no Brasil. Mas agora Bahuan nem vai precisar correr atrás, um bom trunfo contra Raj vai cair no colo do indiano.


Bahuan está com Murilo quando o assessor da Cadore esbarra com Chiara. O ex-casal começa a conversar e acaba sentando-se para um café. Bahuan acompanha. Durante o bate papo, Chiara diz a Murilo que iria mesmo procurá-lo porque precisa da indicação de um advogado: “É pra Duda! Você sabe que ela teve um filho com o Raj”. Bahuan fica chocado com o que ouve e pergunta: “O Raj Ananda?” Chiara confirma. Pronto, Bahuan já tem um trunfo contra seu grande inimigo. Como será que ele vai usar essa informação?

Para saber, fique ligado nos próximos capítulos de “Caminho das Índias”. As cenas estão previstas para ir ao ar a partir da próxima segunda-feira (25/05).

A Ratoeira


De Paulo Coelho

Preocupadíssimo, o rato viu que o dono da fazenda havia comprado uma ratoeira: estava decidido a matá-lo!Começou a alertar todos os outros animais:- Cuidado com a ratoeira! Cuidado com a ratoeira!A galinha, ouvindo os gritos, pediu que ficasse calado:- Meu caro rato, sei que isso é um problema para você, mas não me afetará de maneira nenhuma ,portanto não faça tanto escândalo!O rato foi conversar com o porco, que sentiu-se incomodado por ter seu sono interrompido.- Há uma ratoeira na casa!- Entendo sua preocupação, e estou solidário com você – respondeu o porco. – Portanto, garanto que você estará presente nas minhas preces esta noite; não posso fazer nada, além disso.Mais solitário que nunca, o rato foi pedir ajuda à vaca.
- Meu caro rato, e o que eu tenho a ver com isso? Você já viu alguma vez uma vaca ser morta por uma ratoeira?Vendo que não conseguia a solidariedade de ninguém, o rato voltou até a casa da fazenda, escondeu-se no seu buraco, e passou a noite inteira acordado, com medo que lhe acontecesse uma tragédia.Durante a madrugada, ouviu-se um barulho: a ratoeira acabava de pegar alguma coisa!
A mulher do fazendeiro desceu para ver se o rato tinha sido morto. Como estava escuro, não percebeu que a armadilha tinha prendido apenas a cauda de uma serpente venenosa: quando se aproximou, foi mordida.O fazendeiro, escutando os gritos da mulher, acordou e levou-a imediatamente ao hospital.
Ela foi tratada como devia, e voltou para casa.Mas continuava com febre. Sabendo que não existe melhor remédio para os doentes que uma boa canja, o fazendeiro matou a galinha.A mulher começou a se recuperar, e como os dois eram muito queridos na região, os vizinhos vieram visitá-los. Agradecido por tal demonstração de carinho, o fazendeiro matou o porco para poder servir aos seus amigos.Finalmente, a mulher se recuperou, mas os custos com o tratamento foram muito altos. O fazendeiro enviou sua vaca ao matadouro, e usou o dinheiro arrecadado com a venda da carne para pagar todas as despesas.O rato assistiu aquilo tudo, sempre pensando:“Bem que eu avisei. Não teria sido muito melhor se a galinha, o porco e a vaca tivessem entendido que o problema de um de nós coloca todo mundo em risco?”

Por Camille Russo - Professora do PEEM

22/05/09

As independências na América Latina

O processo de Independência na América Latina, não ocorreu de forma homogênea para todos. Há locais onde a luta foi mais intensa e outros onde simplesmente seguiu –se os resultados já alcançados. Iniciaremos nosso estudo pelo México.

No México, a primeira tentativa de emancipação ocorreu em 1810, um movimento que inicia-se nas massas populares. Foi liderado por Miguel Hidalgo, o padre Morellos e Vicente Guerrero, lutavam por reformas sociais, propondo : o fim da escravidão, a igualdade de direitos e a condenação da aristocracia e altos funcionários.

Em 1821, Agustin Itúrbide, alia-se a Guerrero, formulando o “Plano de Iguala” , que proclamava a independência do México, que tinha como metas: igualdade de direitos, a supremacia da religião católica, o respeito a propriedade e um governo monárquico. A coroa foi oferecida a Fernando VII. Em 1822 no entanto, Itúrbide proclama-se imperador, sendo deposto logo a seguir num levante republicano. Em 1824 , o México torna-se efetivamente independente.

A América Central, unida inicialmente ao México, proclama sua independência em 1824 formando as Províncias Unidas da América Central, essa unidade, contudo durou pouco, por pressões inglesas e norte- americanas que fragmentaram a região.

No Panamá inicialmente território Colombiano, nota-se que a independência partiu de interesses americanos de construir um canal sob seu domínio , com as objeções colombianas , os ricaços da região aliam-se aos E U A contra a Colômbia e declara-se independente , fazendo um acordo com os E U A autorizando-os a construir o canal e manter a independência do novo Estado.

São Domingos , proclama sua independência em (30-11-1821) sem violências nem sangue derramado. Unindo-se a república da Grande Colômbia, fundada por Bolívar em 1820. Durou pouco sua independência , o antigo São Domingos espanhol foi invadido e submetido pelas tropas do Haiti. Em 1824 uma conspiração de”Brancos” que eram maioria proclamaram a independência. Em 1861 São Domingos solicita a reincorporação à Espanha ,em 1865 os espanhóis retiram-se definitivamente e São Domingos torna-se independente.

No Haiti , a revolução inicia-se em 1791, tendo à frente o líder negro Toussaint- Louverture, e como pano de fundo a insurreição dos escravos. Em 1803 Napoleão envia seu cunhado Leclerc, que prende o líder revolucionário que morre em uma prisão na França. Jean Jacques Dessalines derrota os franceses e proclama a independência e a república em 1804. Jean, declara –se imperador e morre assassinado em 1806, inicia –se uma guerra civil ,em 1820 o país unifica-se sob governo republicano .

Em Cuba, há uma pressão na Espanha pela independência da ilha. Não aceita pela elite que lucra com a economia vigente e prosseguem na repressão. Os E . U .A manipulam a economia da ilha . Em 25 de novembro de 1897 a coroa espanhola outorga –lhe autonomia ,1899 a bandeira espanhola é substituída pela norte-americana.

Na Venezuela em1811 o congresso geral proclama a independência , Miranda é investido de plenos poderes, em 1812 é derrotado pelos espanhóis, 1813 Simon Bolívar chefia guerrilhas e toma Caracas , o movimento é derrotado e Bolívar foge , 1817 , Bolívar retorna , toma a Venezuela e instala um governo provisório . Na Colômbia , o Vice- Rei convoca um cabildo aberto em 20 de julho de 1810 e proclama a primeira ata da independência , as lutas tem uma tendência centralista com Narinõ no poder e uma oposta federalista . A uma reação dos partidários da coroa e a guerra irrompe-se.

A guerra civil destroça os colombianos , os interesses regionais prevalecem sobre os da independência , em 1813 , proclama –se a independência absoluta . Bolívar apoiado pelos EUA e pela Inglaterra organiza um exército e liberta a Colômbia em 1819.

No Equador, em 1820 civis e militares proclamam em Guaiaquil a emancipação política. Em 1821 chega um enviado de Bolívar , oferecendo ajuda militar . Em Quito , contudo, continua firme o poder espanhol , Bolívar pretendia com seu auxilio a anexação de Quito e Guaiaquil à Colômbia. Em janeiro de 1822, fica definitivamente assegurada a independência do Equador.

Na Argentina , em 1810 uma rebelião destitui o vice- rei do Prata, em 1814 uma repressão do exército espanhol derrota os criollos.

San Martin organiza guerrilhas, em 1816 o congresso de Tucumán proclama a independência da Argentina. O Uruguai , inicia a recuperação de sua terra ocupada pelas tropas luso-brasileiras em abril de 1825.Em 14 de junho de 1825 instala-se o governo provisório da Província Oriental do Rio do Prata. A 25 de agosto os orientais votam sua independência do Brasil e a imediata incorporação às províncias Unidas do Rio do Prata. Inicia-se a guerra entre Brasil e Argentina . A Inglaterra intervem e Brasil e Argentina abandonam o Lado Oriental , e este torna-se independente.

Na Bolívia , em 25 de outubro de 1809 grupos revolucionários são executados , lutas vão suceder-se entre exércitos e guerrilheiros.

Em 1817 , fracassa a última expedição enviada ao Alto Peru.

Em 1822, um grupo de patriotas declara-se independente.

Em 1824, Bolívar elimina totalmente as tropas realistas no Alto Peru.

Em 5 de julho de 1825, inaugura-se sessões no congresso do Alto Peru , rejeita-se a idéia de anexar-se ao Peru .

Em 6 de agosto de 1825, declara sua independência criando a república boliviana.

Em 1826, Bolívar confirma que o congresso peruano havia reconhecido a independência da Bolívia.

Chile, 1810 revoltosos , liderados por José Miguel Carrera dominam grande parte do país.

Em 1813-1815 o vice rei do Peru reprime os movimentos revoltosos.

San Martin organiza um exército, em 1817 inicia a marcha libertadora, em fevereiro acabaria definitivamente o poder realista, ao completar um ano de batalha de Chacabuco, o Chile proclama sua independência à 12 de fevereiro de 1818.

Peru inicio em 1805, princípio de conjuração , proclamar Gabriel Aguilar como ,Inca peruano ,os conjurados pagam com a vida.

Nova conspiração em 1809 sem sucesso.

20 de junho de 1811, primeiras ações que resultariam na independência ( tomada de Tacna).

1812, Juan José y Castilho apodera-se de uma província.

1813, atos de revolta contra a inquisição, assaltos à prisões.

1814, cria-se uma junta de governo ( Brigadeiro Mateo Garcia Pumacahua ) ocupam La Paz.

1820, ano decisivo para a libertação um exército encabeçado por San Martin e Bolívar marcha contra Quito.

1821, entra em Lima os primeiros soldados, San Martim proclama a independência, em 28 de junho.

Paraguai , uma junta governativa de Buenos – Aires é enviada ao Paraguai para assegurar a supremacia sobre a região. Todavia, os paraguaios, recusando-se a aceitar a dominação de Buenos –Aires, foram as armas , lutaram e venceram a guerra, declarando a independência em maio de 1811. O Dr, Gaspar Francia instalou uma ditadura de cunho isolacionista.



Este artigo procura tratar alguns assuntos ligados ao processo de independência política dos países da América Latina, fazendo uma separação entre as colónias ligadas à Espanha e as ligadas a Portugal, em especial, o Brasil.

“E os povos? Lutaram pela independência? Digamos que onde os chefes levantaram bandeiras de redenção social ou, mais modestamente, de melhores condições de vida, os povos lutaram. Mas, entenda-se bem, mais que pela independência, lutaram pela terra, pelo pão e pela liquidação do servilismo”.2

O sistema de colonização mantido pelos países europeus no continente americano durou mais de três séculos. Entre os países europeus, Portugal e Espanha dominaram os territórios mais vastos da América, e também os mais ricos para a economia daquela época.

Embora houvesse diferenças entre eles, as relações entre as metrópoles ibéricas e suas colónias americanas seguiam mais ou menos a mesma forma de funcionamento: as colónias deveriam produzir mercadorias rentáveis no mercado europeu (principalmente géneros agrícolas tropicais e metais preciosos) que seriam exportados para a metrópole e de lá reexportados para outros países; as colónias não poderiam fabricar produtos manufacturados, tendo que comprá-los da metrópole.

Embora Portugal e Espanha utilizassem vários métodos para controlar essas relações, nunca conseguiram garantir o comércio colonial apenas para si. Muitos produtos eram manufacturados nas colónias, mesmo que clandestinamente; era muito intenso o contrabando, tanto de mercadorias europeias quanto de metais preciosos (ouro e prata).

Aqueles dois países, não tendo desenvolvido indústrias, eram obrigados a se abastecer em países mais fortes economicamente, como a Inglaterra e a França, tornando-se dependentes deles.

Além disso, os incentivos dados ao incremento da produção de géneros tropicais e de metais preciosos e ao comércio, acabaram promovendo um certo crescimento económico das áreas coloniais, fazendo com que, pouco a pouco, as elites coloniais começassem a perceber a necessidade de se separarem das metrópoles.

As relações entre os países ibéricos e suas colónias envolviam também outras nações europeias. Por isso, os acontecimentos que atingiam os países europeus acabavam tendo repercussões nas colónias espanholas e também no Brasil. Assim, as transformações sociais e económicas pelas quais passava a Europa no início do século XIX, bem como os conflitos daquele continente afectaram a vida dos domínios espanhóis e portugueses na América, acelerando o processo de crise do sistema colonial, que resultaria na independência dos territórios americanos.

“As Guerras de Independência foram, por sua relativamente curta duração e pelos positivos resultados obtidos, um fato histórico de grande ressonância. Em dez anos se libertou um continente de uma dominação que havia durado três séculos. Em um ano se declararam contra a Espanha Estados e cidades separados por milhares de quilómetros e quase sem contradição. O grito da Independência se propagou como por contágio, sem resistência visível...” 3

O processo de luta pelo fim do sistema colonial e pela independência política da América foi resultado da acção de grupos numericamente pequenos, mas fortes e poderosos, que se organizaram e, dessa forma, estruturaram os novos países de acordo com seus interesses.

Veremos a seguir, como se efectivou esse processo, primeiro, das colónias espanholas, e depois, do Brasil, colónia portuguesa.



INDEPENDÊNCIA DAS COLÓNIAS ESPANHOLAS



Durante as três primeiras décadas do século XIX, as colónias espanholas lutaram pela independência em relação à metrópole. Não se tratou de um movimento único, mas de vários processos distintos. Entretanto, podemos dizer que alguns elementos comuns contribuíram para as luta pela independência.

O pensamento liberal do Iluminismo, que influenciou a independência dos Estados Unidos (1776) e os grupos da Revolução Francês (1789), também se difundiu entre sectores da elite colonial espanhola. Muitos dos ideais anti-absolutistas defendidos pelo liberalismo serviram de justificativa filosófica para a luta contra o domínio colonial espanhol.

Assim, as criticas contra o absolutismo europeu se transformaram em anticolonialismo na América.

Além das ideias liberais, as lutas pela independência foram impulsionadas pela consciência das elites coloniais de que os laços com o governo espanhol dificultavam seu domínio mais pleno sobre as áreas da América. Essa elite era constituída, sobretudo, pelos crioulos (filhos de espanhóis nascidos na América).

A metrópole espanhola era responsável por várias medidas que prejudicavam a elite crioula:

a) dificultava o acesso dos crioulos aos altos cargos do governo e administração colonial. A maioria desses cargos era ocupada por pessoas nascidas na Espanha.

b) cobrava elevados tributos sobre produtos de exportação.

c) restringia o desenvolvimento de produtos manufacturados que concorressem com a produção metropolitana.

As elites coloniais formavam um conjunto diversificado no qual encontramos grupos de latifundiários (produtores de géneros de exportação como cacau, açúcar etc.), comerciantes urbanos, proprietários de minas etc. Não tinham o mesmo pensamento político ou económico, mas, em geral, concordavam em querer ampliar seus poderes locais e desejavam conquistar direito ao livre comércio.

Por meio de várias revoltas emancipacionistas, que abrangeram o período de 1810 a 1828, diversas áreas da América espanhola foram conquistando sua independência política.

Na América do Sul, as lutas pela independência contaram com a liderança de homens como José San Martín e Simón Bolívar.

San Martín comandou um poderoso exército contra as forças espanholas, obtendo importantes vitórias nas regiões sul e central da América do Sul. É considerado libertador da Argentina, Chile e Peru.

Simón Bolívar destacou-se como líder militar e político nas lutas pela independência travadas mais ao norte da América do Sul. É considerado libertador da Venezuela, da Colômbia, do Equador, da Bolívia e também do Peru.

“O facto de a chamada elite crioula ter sido a promotora da independência determinou simultaneamente, as finalidades e os limites desta. Constituindo-se em classe dominante, não tinha, é claro, nenhum interesse em alterar a ordem social vigente. A estrutura interna latino-americana estava montada em função da articulação com os mercados europeus, para onde iam as matérias-primas e de onde vinham as manufacturas. O monopólio exercido por Espanha e Portugal, tornando insuportável o pacto colonial, motivou, a partir de certo momento, a rebelião de independência. Por trás de um discurso de liberdade, o que houve foi a oposição aos seculares privilégios gerados no mercantilismo: a cobrança de impostos, a proibição de produzir e negociar livremente e a obrigação de os navios, que vinham ou saíam do Novo Mundo, de passarem, obrigatoriamente, por portos ibéricos”.4

A Revolução Francesa e o Império Napoleónico também exerceram influência na independência das colónias. A Revolução foi uma luta contra o absolutismo e o mercantilismo (que era também a luta dos colonos). E Napoleão, ao invadir a Península Ibérica, acabou acelerando o processo da independência. A ocupação francesa desorganizou completamente o sistema colonial na América e possibilitou o aparecimento de circunstâncias favoráveis ao movimento libertador.

Impedida de reagir, a metrópole apenas assistiu às sucessivas manifestações de rompimento político por parte dos povos da América. Quando, finalmente, se libertou do domínio francês, em 1815, a Coroa espanhola tentou, por meio de violenta repressão, impedir novos movimentos. Mas já não havia a menor possibilidade de sucesso. O imenso Império espanhol desmoronou em menos de vinte anos.

Quando Napoleão Bonaparte dominou a Espanha e depôs o rei, as colónias se recusaram a obedecer aos franceses, organizando Juntas Governativas, que iriam cuidar da administração até que a situação internacional se definisse.

Numa primeira etapa (1810-1815), que corresponde ao período em que a Espanha estava ocupada pelos franceses, deu-se a independência da Argentina, do Paraguai, da Venezuela, do Equador e do Chile. O México também tentou, mas foi dominado. A Venezuela e o Equador foram reconquistados pelos espanhóis.

Na segunda fase (1816-1828), quando o rei Fernando VII já havia reassumido o trono espanhol, ocorreram as independências da Bolívia, do México, do Peru e da América Central. O Uruguai, que naquela época havia sido anexado ao Brasil, iniciou a luta pela libertação em 1825, conseguindo-a, em 1828.

“Por que se insurgem as colónias da Espanha? Será por que os grandes latifundiários (habitualmente produtores para a exportação), os proprietários de minas, os donos de milhões de índios e os poderosos mercadores de além-mar forma seduzidos pelos filósofos franceses e alguns liberais pensadores espanhóis? É claro que houve excepções (e Bolívar foi uma delas), mas a imensa maioria moveu-se por motivos mais prosaicos. Havia chegado o momento de afastar um sócio incómodo: o poder da Coroa espanhola...”5

O nascimento dos Estados Nacionais na América Latina ficou marcado por uma dupla limitação: economicamente, pela inserção na nova divisão internacional do trabalho, na condição de área periférica, o que garantia a manutenção do latifúndio e do trabalho escravo; politicamente, pelas limitações democráticas, que excluíam a maior parte da população até mesmo do elementar direito ao voto.

A independência que acabou se efectivando na América espanhola, na prática, promoveu o rompimento das relações entre colónias e metrópole advindas do pacto colonial, mas manteve estruturas sociais herdadas do antigo sistema colonial. Para isso, contribuíram diversos factores, especialmente o controle que as elites crioulas e locais assumiram nas lutas pela independência.

A independência política, contudo, se por um lado permitiu o rompimento do pacto colonial, favorecendo as transacções comerciais entre as nações recém-emancipadas e os centros de desenvolvimento capitalista, por outro, impôs a dependência económica latino-americana às grandes potências capitalistas do século XIX.

As nações latino-americanas permaneciam desempenhando o papel de fornecedoras de matérias-primas e consumidoras de artigos industrializados. As elites locais, defendendo seus próprios interesses, aliaram-se às potências hegemónicas (primeiramente Inglaterra, e, depois,

Estados Unidos), colaborando para perpetuar a situação de dependência em que se achava a América do Sul, desde o século XVI.

“para aqueles que não dispunham de recursos, quer económicos, quer culturais, os novos tempos não trouxeram benesses ou regalias. Reformas sociais de peso, terra, salários dignos, participação política, educação popular, cidadania, respeito cultural às diferenças, tudo isso iria ter de esperar. As acções de governos autoritários cobririam e deixariam suas marcas registradas na América Latina durante a maior parte do século XIX. Os de baixo teriam de se organizar, lutar, sofrer e morrer para alcançar seus objectivos. Não foram as lutas de independência que mudaram sua vida”.6

Embora os pobres tivessem, em muitas oportunidades, lutado ao lado de seus senhores, a independência não lhes trouxe alterações definitivas. Permaneceram à margem dos benefícios, garantindo o poder económico e político dos caudilhos, os chefes políticos dos novos países do continente.

“A ausência de um poder político institucionalizado na fase posterior à independência abriu espaço às múltiplas manifestações autonomistas do latifúndio e foi assim que surgiram os caudilhos, lideres locais que funcionaram como porta-vozes das diferentes fracções da classe dominante em variados momentos, valendo-se do amplo espaço que lhes permitia a falta de Estados juridicamente organizados. Com os caudilhos, fortaleceu-se uma tradição que se perpetuaria mesmo depois de a América espanhola ter definido seus Estados e fronteiras: acima de leis ou instituições, com seu discurso ideológico, há o capricho de um chefe, com seu arbítrio e sua capacidade de arregimentar forças”.7

Os capitais estrangeiros entravam na América Latina sob a forma de empréstimos, que eram aplicados em ferrovias, portos, electrificação, melhorias urbanas, telégrafos, etc. O pagamento de tais empréstimos representava um lucro extraordinário para os credores estrangeiros e provocava o escoamento do dinheiro para fora dos países devedores.

Banqueiros e comerciantes europeus e norte-americanos instalaram filiais de suas empresas nas principais cidades da América do Sul de onde controlavam os negócios. É verdade que essas aplicações de capital trouxeram uma certa modernização para algumas cidades do continente, mas pagava-se um preço muito alto por ela. Além disso, ela não significava benefícios para toda a população, e como ocorrera na Europa, uma minoria de privilegiados usufruía dos novos investimentos.

A independência política não significou autonomia económica e, tampouco, a superação de algumas características coloniais. A base da riqueza continuou sendo o extracção mineral e vegetal, a agricultura de monocultura e latifundiária, voltados para o mercado externo.

“Investimentos no estrangeiro, especialmente os na América Latina, cresceram rapidamente na ultima metade do século XIX. Ainda que o total do capital britânico na América Latina, em 1850, fosse pequeno, ele aumentou em ritmo constante durante as décadas de 1850 e 1860”.8

O Paraguai manteve, até 1865, uma política fortemente nacionalista e de busca de sua independência económica.

OS governos paraguaios do pós-independência procuravam manter o país menos dependente dos estrangeiros. Mesmo com poucos recursos, o país contava com algumas fábricas que produziam de tecidos a navios, com matérias-primas e técnica desenvolvidas no próprio país.

Por ser um país afastado do mar, era muito importante para o Paraguai manter a livre navegação no estuário do rio da Prata, pois era sua única saída para o Oceano Atlântico. A passagem dos navios paraguaios pelo Prata dependia, pois, de suas relações com os países que controlavam o estuário, sobretudo a Argentina e o Uruguai. Os brasileiros também utilizavam a bacia do Prata para atingir as vastas regiões do centro-oeste do império, dadas as dificuldades de acesso por via terrestre. Essa situação fazia com que fosse necessário, para todos esses países, manter estáveis as relações entre eles e evitar o fechamento do Rio da Prata.

Mas as relações entre esses países nem sempre foram tranquilas, e desde o período colonial, a região era alvo de acirradas disputas. Após as independências, fortes hostilidades marcavam as relações entre o Paraguai, de um lado, Argentina e Brasil, de outro. A Inglaterra aproveitou a tensão local, estimulando a formação de uma aliança contra o Paraguai, formada pelo Brasil, a Argentina e o Uruguai. Alegando problemas de invasão de território, a Tríplice Aliança envolveu-se numa guerra contra a nação guarani, iniciada em 1865 e terminada em 1870. Terminada a guerra, o Paraguai, derrotado, sucumbiu aos interesses externos e à dependência económica.

Embora a imensa maioria dos países houvesse se organizado sob a forma republicana (as únicas excepções foram o México e o Brasil, que viveram experiências monárquicas), eles se caracterizaram pela instabilidade política. Tal instabilidade pode ser explicada, pelo menos, em parte, porque o poder, quase sempre, era tomado à força por grupos rivais. Um caudilho (dono de terras e chefe de exércitos particulares), por meio de um golpe, desaloja o outro do poder, com o auxílio de suas tropas particulares e de outros donos de terra que lhe davam apoio.

“A história do Paraguai esteve intimamente ligada à do Brasil e à da Argentina, principais pólos do subsistema de relações internacionais na região do Rio da Prata. O isolamento paraguaio, até a década de 1840, bem como sua abertura e inserção internacional se explicam, em grande parte, pela situação política platina. Nos anos seguintes a essa abertura, o Paraguai teve boas relações com o Império do Brasil e manteve-se afastado da Confederação Argentina, da qual se aproximara nos anos de 1850, ao mesmo tempo que vivia momentos de tensão com o Rio de Janeiro. Na primeira metade da década de 1860, o governo paraguaio, presidido por Francisco Solano López, buscou ter participação activa nos acontecimentos platinos, apoiando o governo uruguaio hostilizado pela Argentina e pelo Império. Desse modo, o Paraguai entrou em rota de colisão com seus dois maiores vizinhos e Solano López acabou por ordenar a invasão de Mato Grosso e Corrientes e iniciou uma guerra que se estenderia por cinco anos”.9



INDEPÊNDENCIA DA COLÓNIA PORTUGUESA-BRASIL




Durante o período colonial, houve varias rebeliões envolvendo parcelas da população, em conflito com representantes da metrópole. Foi o caso, da Revolta dos Beckman, da Guerra dos Mascates, da Guerra de Vila Rica. De maneira geral, essas revoltas expressavam conflitos localizados, ou seus líderes pretendiam modificar aspectos da política colonial. Não havia nessas revoltas o objectivo de separação de Portugal.

No final do século XVIII, aconteceram outras revoltas, entre as quais, destacamos a Conjuração Mineira (1789) e a Conjuração Baiana (1798), que, entre seus planos, tinham como objectivo romper com a dominação colonial e estabelecer a independência política em relação a Portugal. No entanto, o interesse dos revoltosos concentrava-se em tornar independentes as regiões em que eles viviam.

“Podemos dizer que foram movimentos de revolta regional e não revoluções nacionais”.10

Esses movimentos foram duramente reprimidos, porém outros fatos auxiliaram para que o Brasil se tornasse independente. Fatos tanto nacionais quanto internacionais. A seguir, abordaremos e analisaremos os mesmos.

No início do século XIX, uma guerra abalou a Europa. Os exércitos de Napoleão Bonaparte, imperador da França, dominavam diversos países europeus. Praticamente as únicas forças capazes de resistir ao exercito francês foram as inglesas, que se protegiam com uma poderosa marinha de guerra.

Sem conseguir dominar a Inglaterra pela força militar, Bonaparte tentou vencê-la pela força económica. Para isso, em 1806 decretou o Bloqueio Continental, pelo qual os países do continente europeu deveriam fechar seus portos ao comércio inglês.

Nessa época, Portugal era governado pelo príncipe D. João, que não podia cumprir as ordens de Napoleão e aderir ao Bloqueio Continental, pois os comerciantes de Portugal tinham importantes relações com o mercado inglês. D. João pretendia manter-se neutro no conflito entre franceses e ingleses. Os exércitos franceses não aceitaram essa indefinição e invadiram Portugal, com o apoio de tropas espanholas.

Sem condições de resistir à invasão das tropas franco-espanholas, D. João e a corte portuguesa fugiram para o Brasil, sob a protecção naval inglesa.

O governo inglês tratou de tirar o máximo proveito da protecção militar que deu ao governo português. Interessado na expansão do mercado para suas indústrias, pressionou D. João a acabar com o monopólio do comércio colonial.

Em 28 de Janeiro de 1808, seis dias após o desembarque no Brasil, D. João decretou a abertura dos portos ao comércio internacional, isto é, às “nações amigas”. Com essa medida, o monopólio comercial ficava extinto, excepto para alguns poucos produtos, como sal e pau-brasil.

Os comerciantes da colónia ganhavam liberdade de comércio, e abria-se o caminho para a emancipação do Brasil.

No Rio de Janeiro, D. João organizou a estrutura administrativa da monarquia portuguesa: nomeou ministros de Estado, colocou em funcionamento diversos órgãos públicos, instalou Tribunais de Justiça e criou o Banco do Brasil. Entre as medidas do governo de D. João, algumas contribuíram para o processo de emancipação política brasileira.

Em 1815, o Brasil foi elevado à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves.

Com essa medida, na prática, o Brasil deixava de ser colónia de Portugal. Tornava-se Reino Unido e, com isso, adquiria autonomia administrativa.

“Na condição de sede do Reino, a cidade do Rio de Janeiro viu multiplicarem-se as edificações, os chafarizes, as ruas calçadas – e também a quantidade de novos e velhos ofícios.

Contratado como pintor da Corte, Debret foi aos poucos desviando os olhos do interior do palácio e voltando-se noutra direcção, onde a vida realmente fervilhava: as ruas da cidade.

O que tinham elas de especial? Amontoavam hábeis artífices, quituteiras, barbeiros ambulantes, vendedores de toda sorte e tantos outros trabalhadores em frenética atividade, numa mistura de negros alforriadas, brancos ocupados e escravos urbanos, muitas vezes semilibertos, que compunham a nova paisagem do Rio de Janeiro”.11

Em Agosto de 1820, os comerciantes da cidade portuguesa do Porto lideraram um movimento que ficou conhecido como Revolução Liberal.

Essa revolução espalhou-se rapidamente por Portugal, encontrando apoio em diversos sectores da população: camponeses, funcionários públicos, militares, profissionais liberais. Chegou, inclusive, a conquistar adeptos no Brasil.

“Além de não ter sabido prever nem dominar a revolução desencadeada em Lisboa, deixaram igualmente os ministros de D. João VI que ela invadisse, e quase com rapidez do relâmpago, todas as províncias do Brasil, onde alguns patriotas esclarecidos já vinham organizando uma revolução cujos objectivos e princípios a maioria da população brasileira ignorava”.12

Vitoriosos, os revoltosos conquistaram o poder em Portugal e decidiram elaborar uma constituição de carácter liberal, limitando os poderes de D. João VI. Pretendiam também fazer com que o Brasil voltasse a ser uma colónia de Portugal (recolonização).

Contrariado pelos acontecimentos, o rei queria ficar no Brasil, e adiou quanto pôde seu regresso à metrópole. Tropas portuguesas no Rio de Janeiro, porém, obrigaram-no a decidir-se a voltar a Portugal.

Assim, D. João VI retornou à sua pátria no dia 26 de abril de 1821, deixando seu filho Pedro como príncipe regente do Brasil.

As Cortes portuguesas, apesar de liberais em relação a Portugal, mostraram-se bastante reaccionárias com relação ao Brasil, pois tentaram recolonizá-lo.

A tentativa de recolonização, no entanto, não foi bem aceita pelas elites coloniais, que optaram por caminhar rumo à independência.

Havia divergências entre os representantes das elites sobre como deveria se dar a independência. Alguns desejavam que se proclamasse a Republica, como todos haviam feito na América.

Outros pensavam que a ruptura com Portugal deveria ser da maneira mais tranquila possível, para evita que surgissem propostas radicais, como a de abolir a escravidão ou mudar a estrutura da posse da terra.

O grupo que apoiava esta última ideia é que tomou a frente do movimento, conduzindo todas as acções para conseguir uma independência que tivesse um carácter conservador.

O que se pretendia, e que foi afinal realizado, era uma separação política em relação a Portugal, mantendo-se as estruturas sociais e económicas sem qualquer mudança.

Para isso, os representantes das elites entenderam que seria da mais alta importância contar com o príncipe D. Pedro, mesmo sendo ele português.

Todas as acções foram encaminhadas para fazer D. Pedro permanecer no Brasil e, mais do que isso convencê-lo a participar, activamente, do processo de independência, com a promessa de tornar-se imperador do Brasil.

O primeiro passo foi “obrigar” D. Pedro a ficar no Brasil, pois as Cortes estavam exigindo sua volta. Pressionado, ele concordou em ficar (Janeiro de 1822 – o Dia do Fico). Em seguida, o ministro José Bonifácio procurou fortalecer a autoridade do príncipe, ao mesmo tempo em que tentava convencê-lo da independência.

O passo seguinte foi retirar a tropas portuguesas que ficavam no Rio e que poderiam atrapalhar os planos. José Bonifácio conseguiu que D. Pedro expulsasse o comandante português.

Chegaram novos navios portugueses, trazendo ordens de prisão para todos os que desobedecessem às determinações das Cortes. E insistiam para que D. Pedro regressasse a Portugal.

No dia primeiro de Agosto, José Bonifácio redigiu um manifesto às varias províncias. Nesse manifesto, assinado por D. Pedro, comunicava-se que a independência já era realidade e conclamava-se a todos para lutarem por ela.

Cinco dias depois, um novo manifesto foi enviado, desta vez às nações amigas. Novamente comunicava-se que o Brasil estava independente de Portugal e pedia-se o apoio dessas nações, que poderiam ser beneficiadas com privilégios comerciais.

Finalmente, a sete de Setembro, ocorreu o famoso “Grito do Ipiranga”. Ali, na realidade, D. Pedro tornou público o seu rompimento com as Cortes, definindo que iria ficar no Brasil, como imperador.

“o processo de emancipação política do Brasil configurou uma revolução, uma vez que rompeu com a dominação colonial, alterando a estrutura do poder político – com a exclusão da metrópole portuguesa. Revolução, entretanto, que levaria o Brasil do Antigo Sistema Colonial português para um novo sistema mundial de dependências”.13

Porém, a independência só se consolida com o reconhecimento.

O primeiro país a reconhecer a independência do Brasil foi os Estados Unidos, em 1824.

Em 1825, venceram os tratados que a Inglaterra havia assinado com Portugal em 1810, por meio dos quais os seus pagavam menos impostos no Brasil. Querendo renovar esses tratados, a Inglaterra pressionou o governo português que, finalmente, reconheceu a independência do Brasil apesar de ter feito algumas exigências para isso:

· D. João VI teria o título de Imperador do Brasil.

· O Brasil não poderia comercializar com as colónias portuguesas.

· O Brasil pagaria uma indemnização a Portugal (dois milhões de libras esterlinas).

Assim, repetia-se no Brasil o que já ocorrera na América espanhola: a independência fora realizada, mas sem transformações na estrutura económica e social do país. A exclusão social continuava a ser uma triste realidade.

“A descolonização é um processo lento, difícil e doloroso, comparável à convalescença de uma longa e grave enfermidade”.

Geografia Divertida

É possível tornar as aulas de geografia dinámicas e divertidas. Por isso vou socializar com vocês um texto que eu gosto muito e que o descobri nos planejamentos do PEEM. Serve para trabalhar Geografia do Brasil. Professores aproveitem este texto para trabalhar as Capitais e Estados brasileiros de forma lúdica. Divirtam-se!!!

SALVADOR foi pra BAHIA procurar a TERESINA, mas ela estava no PIAUÍ. Resolveu então passar o NATAL no RIO GRANDE DO NORTE, mas errou o caminho e desembarcou num PORTO ALEGRE lá no RIO GRANDE DO SUL. Avistou um CAMPO GRANDE ao passar pelo MATO GROSSO DO SUL, e rogou ao ESPÍRITO SANTO para ter VITÓRIA em sua busca. Conheceu um PARAÍBA que se chamava JOÃO PESSOA, devoto de SÃO LUÍS que morava no MARANHÃO. Encontrou um carro estranho que parecia SERGIPE de um vendedor de suco. Sentiu sede e perguntou: - Que sabor tem? - ARA, CAJU!- Respondeu ele. Continuou a viagem e foi PARÁ lá em BELÉM, e encontrou uma linda AMAZONAS cavalgando em MANAUS. Achou BOA a VISTA ao passar por RORAIMA, pegou um barco no PORTO VELHO para cruzar o RIO BRANCO, pois ACREditava encontrar um BELO HORIZONTE nos campos das MINAS GERAIS. Passou por uma rica casa e perguntou ao guarda da FORTALEZA : - CEARÁ que consigo chegar em CUIABÁ passando por esse MATO GROSSO? - Pergunte aquele homem, tocador de viola, mas peça antes pra ele tocar. Fale com jeito com ele, peça: - TOCA TINS, e não se esqueça de bater PALMAS. O homem lhe respondeu: - Nade até aquela ALAGOAS e vai chegar à MACEIÓ. Se tiver sorte, chegará ao RIO em JANEIRO. Acho que sua amada já voltou pra SÃO PAULO. Acenda uma vela pra SANTA CATARINA e leve muitas FLORIANÓPOLIS pra enfeitar sua igreja, que fica lá em GOIÂNIA, pras bandas de GOIÁS. Ao chegar em CURITIBA, PARANÁ praça da fonte e tome um café bem forte. Descanse bastante antes, pois ao encontrar sua amada, AMAPÁ toda vida e não se esqueça de MACAPÁ com ela se casar.Se você também não entendeu o finalzinho, olha o que a Simone mandou:O Amapá, significa amar pra toda vida, e o Macapá, é marcar pra com ela se casar.

21/05/09

Chico Mendes




A deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) apresentou um projeto declarando o acreano Chico Mendes Patrono do Meio Ambiente Brasileiro.
- Precisamos trazer à memória do povo brasileiro a luta atual de Chico Mendes em defesa da Amazônia, do desenvolvimento sustentável e da sobrevivência da humanidade - disse.
Chico Mendes foi vítima da violência patrocinada pelo desenvolvimento predatório da Amazônia, que não admitia – ou sequer entendia – a importância da sua militância. Foi assassinado na porta de casa, dia 22 de dezembro de 1988, uma semana após completar 44 anos.
- A história de luta de Chico Mendes não foi diferente da trajetória de tantos homens e mulheres que não se dobraram aos ditames dos opressores da liberdade e da justiça social no Brasil. A causa de sua morte também não foi diferente da morte de tantos outros que ousaram ecoar o canto libertário no campo. Mas, ao contrário, foi a mesma: a insistência secular dos defensores do latifúndio herdado da colônia, pilar principal do atraso e da injustiça social brasileira, que tentam impedir o acesso à terra aos que nela trabalham e produzem riqueza - escreveu a deputada ao defender que Chico Mendes seja declarado o Patrono do Meio Ambiente Brasileiro.

Fonte: Blog da Amazônia

20/05/09

Comissão declara inconstitucionalidade da Lei Florestal peruana




A Comissão de Constituição do Congresso do Peru declarou inconstitucional o Decreto 1090, mais conhecido como Lei Florestal e de Fauna Silvestre do país. O decreto foi promulgado pelo presidente Alan Garcia para viabilizar o Tratado de Livre Comércio com os Estados Unidos.

Há mais de 40 dias um pacote de decretos legislativos tem gerado uma série de protestos dos povos indígenas que não aceitam a exploração de petróleo, gás, madeira e mineração na Amazônia peruana.

As lideranças de 56 etnias exigem que sejam anulados ao todo nove decretos legislativos que consideram como violações aos direitos sobre os seus territórios. Ambientalistas e bispos católicos dizem que o aumento da exploração irá devastar o meio ambiente e a cultura existente na região.


Indígenas da Amazônia peruana intensificam os protestos contra política do presidente Alan García

Alan Garcia ignora questão ambiental ao pleitear construção de seis hidrelétricas na Amazônia Peruana

Mais de 30 mil pessoas bloquearam estradas, hidrovias e gasodutos. Segundo a agência de notícias Reuters, cerca de 40 navios de empresas energéticas estão presos nos rios. Os protestos também são apoiados por estudantes, prefeitos e governadores regionais.

Os decretos permitem a venda e comercialização de terras ricas na produção de petróleo e gás. A Lei Florestal e de Fauna Silvestre põe em perigo 60% das florestas primárias do país, que são consideradas como patrimônio florestal que pode passar ao regime de exploração agrário.

O presidente da Associação Interétnica de Desenvolvimento da Selva Peruana (Aidesep), Alberto Pizango, comemorou a decisão da Comissão de Constituição do Congresso peruano. Ele disse que a decisão é um passo importante para dar solução definitiva e durável aos problemas na Amazônia peruana.

- Essa decisão é parte do processo pelo qual se poderá chegar a anular todo o pacote de Decretos Legislativos que atentam contra os interesses e direitos dos povos indígenas amazônicos.

Tropas mobilizadas

O governo peruano anunciou que está mobilizando o Exército para retirar os bloqueios existentes nos rios e estradas da Amazônia peruana. Os militares foram autorizados a moverem-se até as áreas onde foi declarado um estado de emergência por conta dos conflitos entre os índios e a polícia. O presidente Alan Garcia disse que o Estado tem o direito e a responsabilidade de desenvolver atividades de exploração mineral e de hidrocarbonetos para beneficiar todos os peruanos.

- Temos de compreender que, quando existem recursos como o petróleo, gás e madeira, eles não pertencem apenas às pessoas que tiveram a sorte de ter nascido lá, porque isso significaria que mais da metade do território do Peru pertence a alguns milhares de pessoas - argumentou García.

O Peru é o pais com a segunda maior cobertura vegetal do bioma Amazônico, ficando atrás somente do Brasil.


Acima, o funcionário da vigilância sanitária, Manoel Faustino, responsável pela apreensão. Depois de alguns anos, o setor ganha a autonomia que necessita para autuar infratores. Até o ano passado, o trabalho da vigilância era embaraçado pelo próprio prefeito, que não queria se indispor com o empresariado local.
Postado por Raimari Cardoso às 13:54 2 comentários Links para esta postagem
Cinema no interior
“Revelando os Brasis” leva cinema a 58 cidades brasileiras, entre elas Xapuri



Três caminhões vão percorrer 27,5 mil quilômetros levando para 40 cidades do interior e 18 capitais os vídeos produzidos por moradores formados pelo projeto

Numa praça às escuras, moradores de 40 cidades do interior do Brasil se reúnem diante de um telão com oito metros de largura onde não serão exibidas produções hollywoodianas. Ao contrário, eles estão prestes a conferir na tela as suas próprias histórias, lendas, folclores, alegrias, dores e sonhos, transformados em vídeo por alguém da sua cidade, que dá seus primeiros passos no mundo audiovisual.

A cena descrita acima irá se repetir por todo o Brasil durante os meses de maio e junho pela terceira vez consecutiva. Trata-se da última fase do projeto “Revelando os Brasis”, criado para democratizar o acesso aos meios de produção audiovisual, uma iniciativa do Instituto Marlin Azul e do Ministério da Cultura.

O projeto começa convidando moradores de cidades brasileiras com até 20 mil habitantes a contar uma história que gostariam de ver transformada em vídeo. Dessa vez, terceira edição do projeto, 712 inscrições foram recebidas e 40 foram selecionadas.

Os escolhidos participam de um curso intensivo de produção audiovisual no Rio de Janeiro e têm a oportunidade de conviver com profissionais da área, que compartilham conhecimentos relacionados a roteiro, planos de produção, fotografia, som e edição. Depois, retornam para suas cidades, montam suas equipes com moradores da própria cidade e produzem seus vídeos, com apoio de dois profissionais da área.

Na terceira etapa do projeto, as cidades dos 40 selecionados terão a oportunidade de conferir o resultado do trabalho. Três caminhões irão percorrer entre os meses de maio e junho 27,5 mil quilômetros em 18 estados brasileiros, cujas capitais também serão alvo da exibição dos vídeos produzidos em sua região.

“São cidades pequenas onde a maioria dos moradores nunca teve a oportunidade de ir a um cinema. Muitos têm ali, durante a exibição dos vídeos do Revelando os Brasis, o primeiro contato com o mundo audiovisual”, afirma Beatriz Lindenberg, do Instituto Marlim Azul, entidade responsável pela realização do projeto.

Do Rio Grande do Sul ao Acre, há cidades contempladas. Em uma delas, no Estado do Pará, o caminhão não consegue chegar e todo o material para exibição será enviado de barco, numa viagem que dura três dias e três noites.

De acordo com Beatriz, o dia da exibição costuma movimentar a cidade e provocar verdadeiras festas. O lugar escolhido para montar a estrutura é quase sempre ao ar livre – a menos quando a chuva atrapalha.

Primeiro, é exibido o vídeo produzido pelo morador da cidade, que participa do evento e dá o seu depoimento. Depois, outras três produções da região são exibidas. O projeto ainda abre espaço para outras manifestações artísticas e folclóricas do lugar.

O “Revelando os Brasis” é realizado pelo Instituto Marlin Azul e pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultural, com patrocínio da Petrobras e parceria do Canal Futura.

A programação no Acre começa no dia 23 de junho, em Rio Branco; no dia 25 a caravana estará em Xapuri e no dia 26 em Brasiléia e Marechal Taumaturgo. Xapuri foi uma das cidades contempladas com o projeto Arte na Ruína, coordenado pelo artista plástico Wagner San e equipe.

Mais informações em http://www.mosaicocomunicacao.com/ e também no site do Ministério da Cultura.

17/05/09

SER PROFESSOR
Ser professor é ser artista,
malabarista,
pintor, escultor, doutor,
musicólogo, psicólogo...
É ser mãe, pai, irmã e avó,
é ser palhaço, estilhaço,
É ser ciência, paciência...
É ser informação,
é ser acção.
É ser bússola, é ser farol.
É ser luz, é ser sol.
Incompreendido?... Muito.
Defendido? Nunca.
O seu filho passou?...
Claro, é um gênio.
Não passou?
O professor não ensinou.

Ser professor...
É um vício ou vocação?
É outra coisa...
É ter nas mãos o mundo de
AMANHÃ

AMANHÃ
os alunos vão-se...
e ele, o mestre, de mãos vazias,
fica com o coração partido.
Recebe novas turmas,
novos olhinhos ávidos de
Cultura
e ele, o professor,
vai despejando
com toda a ternura,
o saber, a Orientação
nas cabecinhas novas que
amanhã
luzirão no firmamento da
Pátria.
Fica a saudade...
a Amizade.

Q ZUEIRA NO DIA DOS NAMORADOS

"Movimento Marina Silva Presidente" começa a se tornar visível na web




A senadora Marina Silva (PT-AC) não se opôs à formação do Movimento Marina Silva Presidente, uma campanha apartidária e não-institucional para que a ex-ministra do Meio Ambiente seja candidata à sucessão do presidente Lula. Por enquanto, a primeira providência do movimento foi a criação de um website que está sendo aprimorado e poucas pessoas foram convidadas a conhecê-lo antes do lançamento.

- Estamos iniciando uma campanha aberta de cidadãos para que Marina Silva seja presidente do Brasil. Comuniquei a ela o que estamos fazendo, dizendo que mesmo que fosse contra a vontade dela iríamos iniciar o movimento. Ela nos disse através do assessor Pedro Ivo que não irá se opor, mas que não terá nenhum envolvimento - afirma Eduardo Rombauer van den Bosch, que mora em Brasília.

O movimento se declara “expressão da força inovadora das redes sociais, que buscam um modo diferente de construir legitimidade política, voltada para outras dinâmicas e anseios societários, sem se preocupar, no momento com restrições partidárias.”

- Apostamos na candidatura dessa mulher, brasileira e planetária, com potencial político e pedagógico para expressar a emergente transição para a democracia com sustentabilidade. Marina tem força para concretizar as mudanças e transformações fundamentais que poucas lideranças políticas, hoje, teriam a capacidade de acessar para tornar realidade - afirma o manifesto do Movimento Marina Silva Presidente.

Os articuladores do movimento dizem que estão fazendo um esforço coletivo para que Marina Silva se sensibilize e possa aceitar assumir a “força de sua liderança”. Ele assinalam que a iniciativa ainda não possui vínculo com senadora.

Fonte: Blog da Amazônia

16/05/09

Alunos do PEEM realizam confraternização


Na sexta (15), aconteceu na Escola Leôncio de Carvalho em Rio Branco, a confraternização da turma "B" do Programa do Ensino Especial - PEEM, turma essa que tem o Professor Eudiran Carneiro como padrinho. A confraternização foi para comemorar os aniversariantes de janeiro a 15 de maio. Dentre os aniversariantes, estavam Jamila, Alcirvane, Maria de Nazaré, Pedro, Cleir e Regislene. Todos os alunos ficaram super feliz e após a programação sobre o comando da supervisora do PEEM Dja, os alunos saborearam um delicioso jantar.
Parabéns a todos os aniversariantes e na sexta dia 22 será a vez da turma "A", sobre o comando da Professora Denise, madrinha da turma.
Veja abaixo algumas das fotos do evento.






























15/05/09

Temperaturas baixam para até 16ºC nesse fim de semana no Acre

As altas temperaturas dos últimos dias, que causaram sensação térmica de até 42°C em Cruzeiro do Sul, serão amenizadas nesse fim de semana em todo Acre. A chegada de uma massa polar, que já baixou em mais de dez graus a temperatura do sul do Brasil desde quarta-feira, começa a mudar o tempo neste sábado no estado. A frente fria avança rapidamente em direção ao norte e oeste, prometendo registrar as menores temperaturas do ano até agora.

As temperaturas mínimas serão registradas na madrugada de domingo, principalmente em Brasiléia, onde a mínima chegará a 16ºC. Em Rio Branco, a previsão é de mínima de 17ºC e as demais áreas do estado terão baixa em seus termômetros entre 18ºC e 20ºC.

As máximas registradas durante o dia irão variar entre 24ºC e 28°C neste fenômeno que deve durar até domingo. Ventos fortes vindos do sul do continente também serão sentidos, principalmente na porção leste do Acre.

Sistema de Proteção da Amazônia

13/05/09

Senador Guiomard - 33 Anos de Emancipação Política


O município de Senador Guiomard localiza-se hoje onde já foi a antiga "Colocação Quinarizinho". Em 1947, o local transformou-se em "Vila Quinari" pode ser creditada a uma árvore de uso medicinal chamada de Quina-Quina ou Quinarana, de cuja casca tradicionalmente se faz chá para combater a malária, ou aos dois igarapés do municipio que levam esse nome (Quinari e Quinari Grande).
No ano de 1976, o nome do local mudou para Senador Guiomard. Este nome é uma homenagem ao autor do projeto de lei pública e ex-governador do Acre José Guiomard dos Santos. Apesar da mudança, o Município ainda é chamado de "Quinari" por grande parte da população regional. Nas décadas de 1940 e 1950, a sua consolidação, como povoado se deu a partir da estrada que levava ao Abunã. O acesso terrestre à sede municipal de Senador Guiomard se dá através das rodovias AC-40, BR 364 e BR 317.
O Município possui a sétima maior população do Acre e ocupa o décimo oitavo lugar em extensão territorial. Sua economia está baseada na agricultura, pecuária e em um pequeno parque industrial. O símbolo da economia de Senador Guiomard é o amendoim, cujo plantio no município é fruto da migração de algumas familias japonesas que se instsalaram no povoado na década de 1950.
Quero deixar claro aos amigos e amigas que visitam meu blog, que a intenção aqui não é relatar a conjuntura política pela qual passou nosso município nas últimas décadas, e sim informar um pouco das caracteristicas gerais desta tão querida e acolhedora cidade que nesta dia 14 de maio, comemora-se seus 33 anos de Emancipação Política.
Que os nossos governantes municipais valorizem de verdade o Ser Humano que aqui habitam para que possam ter mais emprego, moradia, saúde, educação, saneamento básico e acima de tudo o prazer de morar em uma cidade que os políticos cuidam com carinho e atenção aos mais necessitados.
A Prefeitura Municipal através da Fundação de Cultura e Secretaria de Esporte está desenvolvendo uma série de atividades em comemoração ao aniversário de Senador Guiomard, onde começa às 8h da manhã com um desfile dos alunos na Av. Castelo Branco e a noite a inauguração do novo Ginásio Esportivo do Município situado atrás da Escola Brigadeiro, dentre outras como na sexta-feira a tão esperada pelos artistas desta cidade, a inauguração do Centro Cultural, Bel. Manoel Gomes.

Jovens acreanos são selecionados para jogar na Alemanha


Família de um dos jogadores promove feijoada para arrecadar dinheiro para liberação do visto de permanência no país estrangeiro.
Dieimesson do Nascimento foi um dos quatro selecionados para treinar na Alemanha
Dieimesson do Nascimento Souza é acreano e tem dezesseis anos. Em comum com milhares de adolescentes de sua idade ele tem o sonho de ser jogador profissional de futebol. Desde os doze anos ele se interessou pelo esporte e começou a se dedicar, já participou dos Jogos Escolares, e encontrou em uma escolinha de futebol a oportunidade de ver seu talento reconhecido. Depois de dez meses jogando nessa escola, o treinador decidiu enviar a um clube alemão as imagens de quatro adolescentes jogando bola.

O resultado é que esses quatro acreanos foram para a Alemanha e passaram 45 dias fazendo testes no clube Fubballclub Elmshorn. O bom desempenho resultou no convite para que eles treinassem no time até o final desse ano, e depois será assinado um contrato de dezoito meses com os candidatos selecionados para continuar.

Todos os gastos com moradia e alimentação serão cobertos pelo clube de futebol, só que para a entrada e permanência dos jovens no país existe a necessidade de comprovação de renda ou o depósito de R$ 24 mil para a liberação do visto. Dieimesson é o único dos quatro que não possui condições para conseguir o visto. Em razão disso sua família está promovendo uma feijoada com a proposta de arrecadar o dinheiro que comprova condições de se manter na Alemanha. Empresários locais já estão ajudando desde a primeira viagem do jovem.

“Esse é o sonho dele. Os outros documentos, como a matrícula em curso de alemão e outras pendências já foram resolvidas. Só está faltando comprovar, através do depósito, a renda”, destacou Iolanda Nascimento, mãe do jogador.

A feijoada será realizada no próximo dia 24 a partir das 12 horas na Choperia Hausbier. Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 20 no restaurante A Princesinha. “Conseguir jogar na Alemanha será a realização de um sonho. Quero no futuro poder ajudar minha família”, finalizou Dieimesson.

12/05/09

Patrulheiro que fazia segurança da comitiva de Ivo Cassol ao Peru, morre em curva da BR 317, no Acre

O patrulheiro da Polícia Rodoviária Federal, Itanir Ferreira Marques, 39, lotado na superintendência de Porto Velho-RO, que fazia a segurança do governador de Rondônia, Ivo Cassol, numa viagem de oito dias ao Peru iniciada nesta terça-feira, morreu depois de perder o controle da moto que pilotava, numa das curvas da BR 317 [117km de Rio Branco sentido Assis Brasil].

Marques era o líder da comitiva do governador Cassol composta por 70 pessoas e 23 veículos. O grupo saiu de Porto Velho no final da manhã desta terça-feira com destino a Assis Brasil, no Acre, local da primeira parada antes de entrar em território peruano, onde vai participar de vários encontros para tratar de negócios com autoridades dos países andinos.

A comitiva chefiada por Cassol passou por Rio Branco por volta das 15:30h. Fez uma rápida parada no posto Correntão e seguiu viagem. Com pressa para chegar em Assis Brasil ainda no início da noite a velocidade foi aumentada. Por volta das 16:40h, na curva do km117 o patrulheiro saiu da pista, tendo a sua moto batido contra uma parede de terra metros depois.

Itanir foi socorrido por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal de Rio Branco, mas chegou sem vida no Pronto Socorro de Rio Branco.

A comitiva seguiu viagem e chegou à Assis Brasil por volta das 20 horas. O corpo do patrulheiro já foi transladado para Porto Velho.
Fonte: AC24HORAS

Acontece amanhã na Escola Brigadeiro as provas da XII OBA

Amanhã às 7:30h na Escola Brigadeiro Eduardo Gomes, acontece a XII Olimpiada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Serão 180 alunos que participaram, onde terão que fazer uma prova com 10 questões.
Os alunos do turno da tarde farão a prova pela manhã a partir das 7:30h e os alunos do turno da manhã farão às 13h.
Os alunos estão muito seguros dos conteúdos para fazerem a prova, afirma a Gestora da Escola, Professora Cláudia, que segundo ela é uma oportunidade dos alunos mostrarem seus conhecimentos acerca da Astronomia.
Já para o o Professor representante, Eudiran Carneiro, que juntamente com o Professor Rilton e Professora Helena Pereira, estarão aplicando as provas, os alunos estudaram muito pra participar desta olimpiada que dará a todos os participantes certificados e medalhas de ouro, bronze e prata para as 10 melhores notas.
As provas foram elaboradas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e enviadas ao Professor representante, que após 48 horas da realização, a mesma enviará o gabarito pra que seja corrigidas as provas.
A Escola Brigadeiro é a única do municipio participante da OBA.

Acontece amanhã na

11/05/09

Sete refrigerantes têm substância cancerígena, revela pesquisa



Em uma pesquisa com 24 refrigerantes, a Pro Teste --Associação Brasileira de Defesa do Consumidor-- verificou que 7 têm benzeno, substância potencialmente cancerígena. O benzeno surge da reação de um conservante, o benzoato de sódio, com a vitamina C. Como não há regra para a quantidade do composto em refrigerantes, usou-se o limite para água potável: 5 microgramas por litro.

Os casos mais preocupantes foram o da Sukita Zero, que tinha 20 microgramas, e o da Fanta Light, com 7,5 microgramas. Os outros cinco produtos estavam abaixo desse limite. São eles: Dolly Guaraná, Dolly Guaraná Diet, Fanta Laranja, Sprite Zero e Sukita.

Fernanda Ribeiro, técnica da Pro Teste, diz que é difícil estudar a relação direta entre o benzeno e o câncer em humanos, mas que já se sabe que a substância tem alto potencial carcinogênico e que, se consumida regularmente, pode favorecer tumores. "Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há limite seguro para ingestão dessa substância", diz.

A química Arline Abel Arcuri, pesquisadora da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho) e integrante da Comissão Nacional Permanente do Benzeno, diz que o composto vem sendo relacionado especialmente a leucemias e, mais recentemente, também ao linfoma.

O fato de entrar em contato com o benzeno não significa necessariamente que a pessoa vá ter câncer --há organismos mais e menos suscetíveis. "Mas não somos um tubo de ensaio para saber se resistimos ou não, e não há limites seguros de tolerância. O ideal, então, é não consumir", diz Arcuri.

O benzeno está presente no ambiente, decorrente principalmente da fumaça do cigarro e da queima de combustível. Na indústria, é matéria-prima de produtos como detergente, borracha sintética e náilon.

Nesse caso, não contamina o consumidor por se transformar em outros compostos. A principal preocupação é proteger o trabalhador da indústria.

O efeito do benzeno é lento, mas, quanto maior o tempo de exposição e a quantidade do composto, maior a probabilidade de desenvolver o tumor.


Fonte: folha

09/05/09

Obrigado Senhor pela Mãe que tenho!



Obrigado Senhor!

Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu ...
... por todas as Mães do mundo
... pelas mães brancas , de pele alvinha ...
... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas ...
... pelas ricas e pelas pobrezinhas ...
... pelas mães - titias , pelas mães -vovós , pelas madrastas -mães ,
... pelas professoras - mães ...
... pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu ...
... pela saudade querida da mãe que já partiu ...
... pelo amor latente em todas as mulheres , que
desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida ...
... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !


Homenagem do Professor Eudiran Carneiro, a minha querida mãe, Dona Áurea Teixeira e a todas as mães da Escola Brigadeiro e de Senador Guiomard.

08/05/09

Estudante com vaga em time alemão busca ajuda para viajar

O estudante Dieimesson do Nascimento Souza, de 16 anos, morador do Bairro do Areal, esteve na Aleac, na manhã desta quinta-feira, 7, buscando apoio para se mudar para a Alemanha.

Ele já está sendo esperado naquele país em 10 de julho próximo para assumir a lateral direita do Elmshorn Futebol Clube, um time da cidade de Elmshorn, na região de Hamburgo.

Dieimesson teve a sorte grande ao ser selecionado entre cinco garotos da Escolinha do Torres depois de um teste realizado na Alemanha em viagem bancada por um grupo de empresários de Rio Branco. Agora Dieimesson está procurando patrocínio para voltar à Alemanha com seu histórico escolar traduzido para o alemão e com visto que só pode ser obtido mediante depósito de 7.500 euros (R$ 24 mil). Sua mãe, Iolanda, explica que o clube alemão dá prioridade para os estudos, daí a exigência do histórico traduzido.

Na próxima segunda-feira ela deve receber o convite via fax para que o garoto aceite jogar e estudar na Alemanha. O garoto viajou à Europa pela primeira vez em 27 de fevereiro depois de se destacar entre os alunos da escolinha do Torres. Ele foi com um grupo de outros quatro jogadores que passaram por um período de 45 dias de testes. Destes, quatro foram selecionados e devem ser incorporados à equipe sub-17 do Helmshorn no dia 15 de julho. Para arrecadar parte do dinheiro necessário, Iolanda está promovendo uma feijoada no dia 24 deste mês na Choperia Housbeer. Quem quiser contribuir com o craque, é só reservar um convite de R$ 20,00 pelos telefones 9981-8986 ou 9201-8217.

06/05/09

Deputada pede mais vagas para o Acre em concurso da PRF

Perpétua diz, em documento enviado à ministros, que o Acre necessita de mais 200 policiais.


A deputada federal Perpétua Almeida requereu na tarde desta quarta-feira aos ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e Tarso Genro (Justiça), uma atenção especial ao Acre no concurso para suprir a carência da Polícia Rodoviária Federal no Estado, que necessita de mais 200 homens.

O edital deve, obrigatoriamente, ser publicado no Diário Oficial da União na primeira quinzena de julho, prazo estipulado numa portaria ministerial que abriu 750 vagas para todo o país. A portaria prevê realizar todas as provas este ano e chamar os aprovados até o mês de abril de 2010.

Defesa aos excedentes

Nesta quinta-feira, a Chefia de Gabinete do Ministro Tarso Genro receberá a deputada acreana, juntamente com os demais membros da Frente Parlamentar de Defesa da PRF para discutir o chamamento dos 406 excedentes da PRF. A audiência, fruto de uma pressão política encampada pela frente, deverá discutir ainda o Plano de Carreira da categoria.

“Vou aproveitar essa reunião para insistir na necessidade da criação da Superintendência no Acre. Acho uma vergonha que a nossa PRF no estado esteja ainda dependente de Rondônia e seja tão desprovida tanto de pessoal quanto de infra estrutura”, afirmou a deputada.

Estudo

Na próxima semana, a pedido da deputada Perpetua Almeida, ficará pronto o mais novo estudo de carência humana e estrutural feito pela PRF de Rondônia-Acre. O documento sugere urgência na instalação da Superintendência Regional do Acre, que tanto a deputada tem pedido, e ainda outras quatro delegacias de apoio, segundo informou o inspetor João Medeiros, que responde pela superintendência nos dois estados.

O estudo deverá identificar, ainda, a necessidade de fiscalização na altura da Tucandeira (posto fiscal estadual), a fim de evitar a passagem ilegal de madeiras nobres. O chefe nacional de Recursos Humanos da PRF, Sérgio Max, informou que o edital está em construção e a distribuição de vagas deverá ser proporcional à necessidade por estados, conforme tem pedido a deputada.

Novas delegacias

Os postos apoiadores da superintendência acreana já têm localização estratégica definida: uma em Cruzeiro do Sul, uma na capital, uma em Brasiléia (atendendo Epitaciolândia até o trevo de Xapuri, onde já existe estrutura pré-pronta) e outra que pode ser instalada em Feijó ou Tarauacá.

“Nosso policiamento do Norte precisa ser revitalizado e para uma atuação efetiva nós precisamos, hoje, de 800 policiais nos dois estados. As autoridades devem repensar isso urgentemente”, disse o inspetor Medeiros, que irá assinar o estudo juntamente com o chefe do posto no Acre, Peregrino Silveira. “A criminalidade tem aumentado em razão do impacto da Transnacional e da ligação do Brasil com o exterior (Peru) por meio da Estrada do Pacífico”, concluiu.

04/05/09

Concurso Banco do Brasil


Banco do Brasil começa a inscrever nesta segunda-feira para concurso
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O Banco do Brasil abre nesta segunda-feira, dia 4 de maio, as inscrições do processo seletivo que visa formar cadastro reserva no cargo de escriturário. As vagas serão preenchidas nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Pernambuco, Rondônia, Roraima e Pará.

Para concorrer às oportunidades, é necessário ter o ensino médio completo.

A remuneração oferecida é de R$ 1.037,40 para uma jornada de trabalho de 30 horas semanais. Além disso, os aprovados receberão gratificação semestral de 25% e terão possibilidade de ascensão profissional, de participação nos lucros e em planos assistenciais e previdenciários complementares.

ATRIBUIÇÕES

Os profissionais contratados serão responsáveis pelo atendimento ao público, os contatos com clientes, a prestação de informações aos clientes e usuários, a redação de correspondências em geral; a conferência de relatórios e documentos; os controles estatísticos; a divulgação e venda de produtos e serviços oferecidos pelo banco; a atualização e manutenção de dados em sistemas operacionais informatizados e a execução de outras tarefas ligadas ao conteúdo ocupacional do cargo, compatíveis com as peculiaridades do Banco do Brasil.

INSCRIÇÕES

É possível se candidatar até as 15h do dia 24 de maio somente no site do Cespe/UnB (www.cespe.unb.br), organizador do concurso.

A taxa de participação custa R$ 42. O Cespe/UnB disponibilizará postos de inscrição com computadores para candidatos sem acesso à internet. Os endereços podem ser consultados no item 5.3 do edital de abertura.

A seleção será constituída de prova objetiva que está prevista para 21 de junho.