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02/05/11

Camisinhas devem ser distribuídas em escolas? Confira resultado da enquete

Este blog durante quatro meses, fez um enquete com seus seguidores, onde perguntava: CAMISINHAS DEVEM SER DISTRIBUIDAS EM ESCOLAS?
Com 80% dos votos, os internautas afirmaram que sim, que as escolas cumprindo com o seu papel social, deveriam  distribuir camisinhas aos seus alunos. 20% dos que votaram na enquete foram contra a distribuição de preservativos em escolas públicas.
Este ano, seis colégios brasileiros instalaram máquinas distribuidoras de preservativos. Essa iniciativa do Ministério da Saúde visa ampliar o acesso dos jovens à camisinha, evitando doenças sexualmente  transmissíveis (DSTs) e gravidezes indesejadas. Alguns especialistas no assunto, afirmam que em média, brasileiras perdem a virgindade aos 16,5 anos. Os garotos estreiam mais cedo ainda, aos 15 anos! Jovens dessa faixa etária passa boa parte do tempo dentro do colégio. Por isso, para aumentar o acesso aos preservativos, o lugar de distribuição mais efetivo é a escola. Como os adolescentes vão transar de qualquer forma, melhor que estejam protegidos.
Mesmo com a distribuição gratuita em postos de saúde, muitos jovens ainda fazem sexo sem proteção - na primeira vez, um terço dos adolescentes brasileiros não usa preservativo! Jovens sem dinheiro pra comprar camisinhas ou coragem para ir até o posto podem se proteger com preservativos retirados na escola.
Para Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, "educação sexual não é função exclusiva dos pais: a escola é parceira deles no processo educacional". Por isso, o colégio deve oferecer uma formaçõa completa ao aluno, com direito à instrução sobre sexualidade e ao fornecimento do preservativo.
Segundo pesquisa da Unesco, encomendada pelo governo brasileiro, o principal motivo alegado por 42,7% dos estudantes para não usar camisinha é não tê-la na hora H. Além disso, 9,7% deles dizem não ter como comprá-las. Distribuindo preservativos aos alunos, a escola evita que eles façam sexo sem segurança e ensina que é melhor prevenir do que remediar.

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